Niceia I
20 de Maio a 25 de Julho de 325
Primeiro a reunir a Cristandade. Condena o Arianismo como heresia e exila Ário. Proclama a igualdade de natureza entre o Pai e o Filho. Redacção do Símbolo ou Credo que se recita na missa.
Constantinopla I
Maio a Julho de 381
Afirma a natureza divina do Espírito Santo. Estabelece que o bispo de Constantinopla receberá as honras logo após o de Roma.
Éfeso
22 de Junho a 17 de Julho de 431
Condena o Nestorianismo como heresia. Afirma a unidade pessoal de Cristo e de Maria.
A Igreja Assíria do Oriente não reconhece este concílio e nenhum dos posteriores.
Calcedónia
8 de Outubro a 1 de Novembro de 451
Condenação do monofisismo. Afirma a unidade das duas naturezas, completas e perfeitas em Jesus Cristo, humana e divina. É escrita a carta dogmática "Tomo a Flaviano" pelo Papa Leão I.
As Igrejas não calcedonianas não reconhecem este concílio e nenhum dos posteriores.
Constantinopla II
5 de Maio a 2 de Junho de 553
Condena os ensinamentos de Orígenes e outros. Condena os documentos nestorianos designados Os Três Capítulos.
Constantinopla III
7 de Novembro de 680 a 16 de Setembro de 681
Dogmatiza as duas naturezas do Cristo. Condena o monotelismo.
Niceia II
24 de Setembro a 23 de Outubro de 787
Regula a questão da veneração de imagens (ícones). Condena os iconoclastas.
Constantinopla IV
5 de Outubro de 869 a 28 de Fevereiro de 870
Condenação e deposição de Fócio, patriarca de Constantinopla. Encerra temporariamente o primeiro Cisma Ocidental.
Latrão I
18 de Março a 6 de Abril de 1123
Encerra a Questão das Investiduras. Independência da Igreja perante o poder temporal.
Latrão II
Abril de 1139
Torna obrigatório o celibato para o clero na Igreja Ocidental. Fim do cisma do Antipapa Anacleto II
Latrão III
Março de 1179
Normas para a eleição do Papa (maioria de 2/3) e da nomeação de bispos (idade mínima de 30 anos). Excomungam-se os barões que, na França, apoiavam os Cátaros.
Latrão IV
11 de Novembro a 30 de Novembro de 1215
Determina que todo o cristão, chegado ao uso da razão, é obrigado a receber a Confissão e a Eucaristia na Páscoa. Condenação dos Albigenses, Maniqueístas e Valdenses. Definição de transubstanciação.
Lião I
28 de Junho a 17 de Julho de 1245
Deposição do Frederico II.
Lião II
7 de Maio a 17 de Julho de 1274
Tentativa de reconciliação com a Igreja Ortodoxa. Regulamentação do conclave para a eleição papal. Cruzada para libertar Jerusalém. Institui o conceito de Purgatório.
Vienne
16 de Outubro de 1311 a 6 de Maio de 1312
Supressão dos Templários. Discute-se a questão dos bordéis de Roma e a nomeação de um arcebispo em Pequim, na China.
Constança
5 de Outubro de 1414 a 22 de Abril de 1418
Extingue o Grande Cisma do Ocidente. Condenação de John Wycliffe e de Jan Hus. Decreta a supremacia do concílio sobre o Papa (posteriormente ab-rogado). Eleição do Papa Martinho V
Basileia-Ferrara-Florença
1431-1432
Sanciona o cânon católico (relação oficial dos livros da Bíblia), tenta nova união com as Igrejas orientais ortodoxas. Reconhecimento no romano pontífice de poderes sobre a Igreja Universal. Ratifica a figura do Purgatório.
Latrão V
10 de Maio de 1512 a 16 de Março de 1517
Condenação do concílio cismático de Pisa (1409-1411) e do conciliarismo. Reforma da Igreja.
Trento
13 de Dezembro de 1545 a 4 de Dezembro de 1563
Reforma geral da Igreja, sobretudo por causa do protestantismo. Confirmação da doutrina acerca dos sete sacramentos e dos dogmas eucarísticos. Decreta a versão da Vulgata como autêntica.
Vaticano I
8 de Dezembro de 1869 a 18 de Julho de 1870
Reforça a ortodoxia estabelecida no Concílio de Trento. Condena o Racionalismo, o Naturalismo e o Modernismo. Dogmas sobre o Primado do Papa e da infalibilidade papal na definição expressa de doutrinas de fé e de costumes.
Vaticano II
11 de Outubro de 1962 a 8 de Dezembro de 1965
Abertura ao mundo moderno. Reforma da Liturgia. Constituição e pastoral da Igreja, Revelação divina, liberdade religiosa, novo ecumenismo (visto que o modo tradicional de ecumenismo é bem diferente, como mostra a Encíclica Mortalium Animos, de Pio XI), apostolado dos leigos. Este Concílio gera muitas polêmicas, inclusive por não ser um Concílio dogmático. Os ditos tradicionalistas dizem que o Concílio Vaticano II rompe de modo herético com a tradição bimilenar da Igreja: a Missa Tridentina e o Canto Gregoriano perdem importância; o modo como todos os sete sacramentos são celebrados sofreu também mudanças.
Departamento de Ensino da Assembléia de Deus em Inhaúma Ministério Despertando Vidas
Departamento de Ensino da Ass de Deus Ministério despertando Vidas
10/03/2011
04/03/2011
LIÇÃO 10 - O EVANGELHO PROPAGA-SE ENTRE OS GENTIOS
Embora as Escrituras afirmem que a salvação vem dos judeus (Jo 4.22); não significa dizer que o desejo de Deus era salvar apenas os judeus, pois, conforme a promessa feita a Abraão, nele seriam benditas todas as famílias da terra (Gn 12.3). As Escrituras nos deixam claro que a Igreja de Cristo é composta de judeus e gentios. Tanto os crentes judeus quanto os crentes gentios fazem parte do mesmo Corpo, e tem como Salvador o mesmo Senhor: “…Há um só Deus, e Pai de todos (judeus e gentios), o qual é sobre todos, por todos e em todos… Há um só Corpo e um só Espírito”. ( Ef 4:4-6).
I - A ORIGEM DOS GENTIOS NO ANTIGO TESTAMENTO
A palavra “gentio” vem do hebraico gôyim, do grego ethnê ou hellênes e do latim gentiles - nome que designava todas as nações, exceto a judaica (Is. 49:6; Rm 2:14; 3:29). “Todo aquele nascido fora da comunidade de Israel, e estranho às alianças que o Senhor Deus estabeleceu com o seu povo era considerado um gentio”. A partir da eleição de Abraão e sua descendência (Gn. 12.1-3), às demais nações passaram a chamar-se gôyim, ou seja, gentios (Gn.15.18-21). Israel se tornou consciente de ser uma nação sem paralelo e distinta das demais por haver sido separada por Deus (Êx. 19.6; Dt 26.5). Daí por diante essa dedicação dominou todas as suas relações com as demais nações (Êx. 34.10; Lv. 18.24-25; Dt. 15.6).
II - A MISSÃO E A SALVAÇÃO ENTRE OS GENTIOS NO NOVO TESTAMENTO
2.1- Jesus ordenou que se pregasse o Evangelho a toda criatura. Em Marcos 16:15, Jesus dá uma nova ordem de evangelização: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho A TODA criatura.” Mateus 10:5 “Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; ANTES, dirijam-se as ovelhas perdidas de Israel.” No texto em apreço Jesus deixa claro que era ANTES e não JAMAIS. Embora Jesus tenha pregado as boas novas primeiramente para os judeus, a mensagem não era tencionada APENAS para Israel.
2.2 - Os discípulos tiveram dificuldades para entender este “Ide” de Jesus. A maioria entendia que o Cristo veio APENAS para os judeus. Podemos citar Felipe, o diácono, conforme registrado em Atos 8:5, que foi pregar aos samaritanos. Os outros pregavam a Palavra APENAS aos judeus, ou convenciam as pessoas a converterem-se ao judaísmo, para depois tornarem-se seguidores de Cristo.
2.3 - Deus não faz acepção de pessoas. Em At. 17.25-28 podemos observar que o Senhor é o criador de tudo quanto existe e não faz acepção de pessoas, e a todos preserva pela sua infinita graça, amor, bondade e justiça (At 10.34-35). Ele ama a TODOS indistintamente e deseja a salvação de TODA a humanidade (Jo. 3.16) através de Jesus (Mt.1.21; At.4.12), pois no Filho Amado de Deus, TODOS somos aceitos sem qualquer distinção!
2.4 - O NT revela o amor de Deus não só pelos judeus, mas, por todos os povos indistintamente. O NT nos declara que Deus amou o mundo inteiro, e não apenas os judeus (Jo.3.16). A salvação veio PELOS judeus, mas, não se restringe a eles, mas sim, ATRAVÉS deles deve alcançar aos gentios. Os gentios são vistos como a grande seara a ser alcançada pelos apóstolos (Mt. 28.18-20). Jesus agraciou alguns gentios como a mulher Cananeia (Mt. 15.21-28) e o centurião (Lc. 7.1-10) demonstrando assim seu amor por eles. Paulo entendeu que os gentios, assim como os judeus, precisavam de salvação. Em Rm 1: 14-15, o apóstolo anunciou: “Sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes; por isso, quanto está em mim, estou pronto a anunciar o evangelho também a vós outros, em Roma”.
III - PEDRO, O APÓSTOLO DOS JUDEUS PREGA AOS GENTIOS - AT. 10.1-48
3.1 - Três vezes Pedro é reprovado com as palavras: “Não faças tu comum ao que Deus purificou” (At 10.15,16). Esta correção divina enfatiza a graça salvadora de Deus, que se manifestou, trazendo salvação a todos os homens (Tt 2.11). A visão envolve mais que pôr de lado as leis sobre comida e atitudes relacionadas a pureza ritual. Mostra que a distinção judaica entre o puro e o impuro não tem lugar na igreja. Os gentios, purificados pela graça renovadora de Deus, tem de ser incluídos na comunhão do povo de Deus.
3.2 - Abolir as leis dietéticas é o lembrete de Deus da remoção de uma grande barreira que mantinha judeus e gentios separados, e indica que Deus introduziu uma nova ordem na igreja (Ef. 2.11-18). Pedro percebe que foi divinamente chamado para entrar na casa de um gentio a fim de pregar a Palavra do Senhor. Pedro, ao fazer isso, abriu o caminho para a igreja judia receber os gentios na comunhão da comunidade primitiva.
3.3 - A presença de Pedro na casa do gentio Cornélio, reflete um afastamento radical em sua atitude para com os gentios. O Espírito Santo preparou Pedro para pregar o evangelho para os gentios. Em consequência, as velhas barreiras entre judeus e gentios foram se desmoronando.
IV - OS JUDEUS E OS GENTIOS FORMAM A IGREJA PRIMITIVA
O N.T., através dos Evangelhos e dos Atos dos Apóstolos, realça o amor de Deus não somente por Israel, mas por todos os povos. Pedro afirmou: “Deus visitou os gentios, para tomar deles um povo para o seu nome” (At. 15.14). Esse povo é a igreja formada por judeus e gentios em Cristo Jesus (Rm. 9.24-33). De ambos Ele fez um só povo, derribando a barreira de separação que estava no meio, e pela cruz do calvário, Cristo reconciliou ambos com Deus em um só corpo (Ef.2.14-16). Agora os gentios não são mais estranhos a salvação (Ef. 3.4-5) e nem forasteiros, mas agora, estão conciliados como família de Deus (Ef. 2.11-22; 1Pe. 2.5), co-herdeiros e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho (Ef. 3.6).
V - MEDIANTE A CRUZ, JUDEUS E GENTIOS FORMAM UM POVO: A IGREJA
O Senhor passou a possuir um terceiro tipo de povo na face da terra: A Igreja (I Co 10.32), que é formada por gentios e judeus, os quais se converteram, crendo em Jesus Cristo e o tendo como seu Senhor e Salvador. Deus não faz acepção de pessoas (At 10.34; Rm 2.11) O Seu desejo é que TODOS sejam salvos, tanto judeus quanto gentios: “E vós, senhores, de igual modo procedei para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor, tanto deles como vosso, está nos céus e que para com ele não há acepção de pessoas” (Ef. 6.9). Ao considerarmos este trecho, veremos a unidade que existe entre os judeus e os gentios no Corpo de Cristo.
• Pedro ensina que a salvação é para todos. Deus não julga as pessoas com base em fatores como nacionalidade ou raça, mas em caráter: “É agradável a Deus aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo” (At 10.35). Pedro ensina que a salvação só é possível pela fé no evangelho de Jesus Cristo. Esse evangelho é oferecido a todos sem restrições, contanto que eles estejam dispostos a se arrependerem de seus pecados e confessarem a Cristo como salvador (Mt 28.19,20; Mc 16.15,16; Rm 10.13-17).
• Pedro pregou para os gentios (At 10). “Ora, Deus que conhece os corações, lhes deu testemunho, concedendo o Espírito Santo a eles, como também a nós nos concedera.” (At 15.8). Os mesmos milagres que aconteceram no Pentecostes, se repetiram na casa de Cornélio, para que Pedro não duvidasse que a promessa da salvação também estava destinada aos gentios, pois eles também receberam o Espírito Santo, do mesmo modo que os judeus haviam recebido em Jerusalém (At 10.45-48).
• A decisão da igreja em aceitar os gentios (At.15): Em (At 15.14-17), a Palavra de Deus nos diz: “Simão relatou como primeiramente Deus visitou os gentios, para tomar deles um povo para o seu nome… Para que o restante dos homens busque ao Senhor, E todos os gentios, sobre os quais o meu nome é invocado, Diz o Senhor, que faz todas estas coisas…” . E, em (At. 11.18), o apóstolo Pedro diz: “… Na verdade até aos gentios deu Deus o arrependimento para a vida”.
CONCLUSÃO
Podemos afirmar, então, que todos os que crêem em Jesus, quer judeus, quer gentios, terão os pecados perdoados. O batismo com o Espírito Santo na conversão dos gentios indica que os gentios são tão aceitáveis a Deus como os crentes judeus. Cornélio e sua casa “receberam” o Espírito Santo assim como no dia de Pentecostes indicando claramente a concomitante resposta das orações. A visão em Jope convenceu o apóstolo Pedro de que Deus não faz acepção de pessoas! Deus não faz diferença entre crentes judeus e gentios. Todos são iguais pela fé em Cristo. Amém!
19/02/2011
Lição 08 - Quando a igreja de Cristo é perseguida
“Está provado que não há perseguição que possa impedir o avanço da Igreja de Cristo, porque esta obra é de Deus e não dos homens. Aleluia!.”
INTRODUÇÃO
• A palavra PERSEGUIÇÃO nos dá a ideia de algo que nos segue opressivamente, correndo atrás de nós, com alguma severa ou sistemática opressão, isto é, diz-nos sobre o caçador que segue após sua vítima, com a intenção de prejudicá-la ou matá-la. Geralmente, é uma tentativa constante e, por muitas vezes, sistemática, para eliminar ou prejudicar o indivíduo perseguido.
• A perseguição pode ser: mental, social e, quando os costumes sociais assim o permitem, podem ser empregados ou não meios violentos.
Após a morte de Estêvão, a Igreja de Cristo sofre forte perseguição, mas, o que parecia está vencido, aos poucos começa a surgir em outras cidades e regiões mais afastadas de Israel, ou seja, o avanço da Igreja de Cristo sobre a Terra.
Um desses perseguidores se converte ao evangelho de Cristo, torna-se perseguido, e em virtude dessa perseguição, leva o evangelho de Cristo às nações gentílicas.
Mas, a morte de Estêvão e de outros após ele não foi em vão, eles foram a “semente” e nós os “frutos”.
Se hoje estamos falando sobre isso – é porque alguém orou, alguém visitou, alguém pregou, alguém jejuou, alguém chorou, alguém clamou, alguém deixou a sua família e sua terra, alguém deu a sua vida por amor a esta grande obra a fim de nos alcançar.
Se a Igreja sofreu fortes perseguições físicas no passado; Hoje as sofre com as afrontas da promiscuidade, da imoralidade, tentando adentrar as portas da Igreja, com aprovação de leis diante das quais a Igreja de Cristo é menosprezada e insignificante.
Ainda falando da atualidade, nos chama a atenção é que os padrões morais, a conduta, a santidade, a educação, em fim os princípios da Igreja de Cristo vem sendo fortemente perseguidos através de implantações de falsas culturas, falsos ensinamentos nas escolas seculares, e principalmente na mídia.
Observe que não há perseguição com violência física; há perseguição contra os princípios cristãos da Igreja.
Devemos continuar anunciando o Evangelho do Reino até que Ele venha.
I. OS EFEITOS DA MORTE DE ESTÊVÃO
Toda CAUSA gera um EFEITO, veremos agora os efeitos produzidos após a morte de Estêvão. São eles:
1) Jornada Evangelística de Filipe aos Samaritanos (8.4-40); 2) A conversão de Paulo (9.1-30); 3) A viagem missionária de Pedro (9.32-11.8); 4) A fundação da Igreja em Antioquia da Síria (11.19).5) A Expansão da Igreja.
Entre os efeitos acima será enfatizaremos a vida de Paulo.
De fato, Deus levantou muitos ministros de honra sobre as “cinzas” dos mártires da Igreja Primitiva. Para os seus assassinos seria menos um para pregar o Evangelho; no entanto, estavam enganados.
Sem dúvida houve um milagre oculto na morte de Estêvão, foi o milagre da Vida Eterna a muitos que o ouviram, e esse tipo de milagre ainda continua acontecendo, pois a Igreja de Cristo continua crescendo.
II – CARACTERÍSTICAS DE UM SERVO PERSEGUIDO:
• Atos 7:54-60 – Essas características aprendemos através do exemplo de Estêvão:
• (1) - UM SERVO CHEIO DA PALAVRA DE DEUS – Estêvão era um profundo conhecedor das Escrituras, da história do povo de Israel, como também dos grandes feitos de Deus na vida do povo escolhido do Senhor. Isso lhe trouxe não somente autoridade, mas fúria, perseguição e morte.
• (2) – UM SERVO CHEIO DO PODER DO ESPÍRITO SANTO – At 7:55 - Diante das perseguições, a Trindade Santa sustenta o crente fiel. É nesse momento que o nosso Consolador auxilia, enche-nos com Sua paz, fazendo com que a glória de Deus se manifeste sobre as nossas vidas, trazendo-nos firmeza no testemunhar.
• (3) – UM SERVO CHEIO DE ESPERANÇA – At 7:56 – No momento mais crucial da sua vida, Estêvão colocou suas esperanças no seu Deus. É nesse momento que ele vê os céus abertos e o Filho do Homem em pé à destra de Deus. Com esperança conseguimos ver os céus abertos!
• (4) – UM SERVO CHEIO DE AMOR – At 7:60 – Estêvão demonstrou muito amor aos seus opositores, ou seja, às testemunhas que o levaram ao Sinédrio, e que agora deveriam apedrejá-lo até a morte - I Cor 13:13.
III. COMO ENFRENTAR A PERSEGUIÇÃO
1. Evangelizando e fazendo missões. Que deve o servo do Senhor fazer diante de um quadro de perseguição? Agir como agiram os irmãos da igreja primitiva e dos outros períodos da história da igreja. Temos de combater o bom combate (2Tm 4:7). Apesar de toda a oposição, continuar a proclamar e a viver o que diz a Palavra de Deus, não titubear nem vacilar, mas seguir em frente dizendo que Jesus salva, cura, batiza com o Espírito Santo e leva para o Céu.
Os “Atos dos Apóstolos” mostram que nenhuma perseguição impediu que o evangelho fosse difundido com intrepidez pela Igreja Primitiva. A despeito da perseguição, em menos de meio século a igreja, sem recursos, sem meios modernos de comunicação e transporte, sem literatura alcançou o mundo inteiro, penetrou como fermento em todo o império romano. Cada crente era uma testemunha.
2. Apresentando uma apologia de nossa fé. Se, por causa da manutenção da fé em Deus e na Sua Palavra, viermos a ser discriminados, ridicularizados, o servo do Senhor deve exultar e se alegrar, porque é grande o galardão nos céus (Mt 5:12), regozijar-se de ter sido julgado digno de padecer afronta pelo nome de Jesus (At 5:41).
3. Conservando nossa identidade como povo de Deus. Alguém disse que o “Amor é o cartão de identidade do cristão”. Na verdade, o amor é a característica de destaque de alguém que se diz Cristão, é a sua identidade principal, ou o seu distintivo. Alguém que não ama a Deus, que não ama a si próprio, que não ama ao seu próximo não pode se identificar como sendo Cristão. Jesus deixou-nos muito claro ao dizer que seus discípulos seriam reconhecidos pelo amor(João15:12; 1João 2:10,11; 3:10,11).
Nos dias atuais, cada vez mais se alastra o egoísmo - está em alta a máxima popular: “cada um por si e Deus por todos“. Como alertou o apóstolo Paulo na sua última carta, os homens são “amantes de si mesmos” (2Tm 3:2), e até mesmo os atos que fazem sob aparência de piedade são manifestações de seu egoísmo e de um individualismo.
CONCLUSÃO
O autêntico cristão é cônscio de que a perseguição faz parte da caminhada, já que Cristo nos advertiu nesse sentido (Mt 5:11,12; Lc 11:48,51; 21:12; Mc 4:17; João 15:20). Não devemos temê-las, cientes de que as venceremos pela fé em Cristo (1João 5.4). A Igreja sempre prevalecerá. Jesus, o autor da Igreja, foi enfático ao afirmar que “as portas do inferno não prevalecerão sobre a Igreja”(Mt 16:18). Que Deus abençoe o seu povo!
• Disse Tertuliano, grande defensor da fé cristã, do 2º século:
• - “O SANGUE DOS MÁRTIRES É A SEMENTE DA IGREJA”.
• Talvez não conheçamos a verdadeira História do Cristianismo ou ela ainda não foi contada sob a ótica dos mártires.
• Precisamos ter consciência de que somos herdeiros de uma história de homens e mulheres que deram suas vidas para que o Evangelho pudesse chegar até nós. Precisamos aprender a honrar essa História. Meditemos:
• (A) - ESTÊVÃO - foi apedrejado;
• (B) – PEDRO - morreu crucificado de cabeça para baixo, por dizer não merecer morrer como seu Mestre;
• (C) – TIAGO (filho de Zebedeu e irmão de João, o discípulo amado) - foi decapitado por Herodes Agripa, cerca de dez anos após a morte de Jesus;
• (D) – ANDRÉ - foi crucificado numa cruz transversalmente, daí o termo “Cruz de Santo André”, porque sua cruz era em forma de um “X”;
• (E) – FILIPE - sofreu martírio em Hierápolis: Foi açoitado, trancado em uma prisão e posteriormente crucificado em 54 d.C.;
• (F) – BARTOLOMEU - serviu como missionário na Armênia e em vários países. Traduziu o Evangelho de Mateus para a língua da Índia e o propagou naquele país. Na Armênia foi golpeado até a morte.
• (G) – TIAGO (filho de Alfeu e um dos doze apóstolos) - pregou na Palestina e no Egito e aos 94 anos foi surrado e apedrejado pelos judeus; finalmente teve seu cérebro despedaçado;
• (H) – PAULO - pregou diligentemente o Evangelho a muitas nações, chegou a ponto de evangelizar um continente inteiro. Foi muito perseguido, até ser pego por Nero e decapitado em Roma;
• (I) – JOÃO, o discípulo amado - foi colocado dentro de uma caldeira de óleo quente e não morreu! Ele escapou por milagre. Depois de obter liberdade morreu por causas naturais. João foi o único discípulo a escapar de uma morte violenta.
Observemos:
- Apesar das perseguições por parte das autoridades; os primeiros cristãos continuavam a evangelizar;
- Não tinham a vida terrena como bem maior;
- O testemunho pessoal deles, era compatível com o Evangelho de Cristo;
- Fomos chamados para ser testemunha. Testemunha aqui tem um sentido mais forte, ou seja, é a testemunha que morre por amor a Cristo. “como foi o caso de Estêvão e outros mártires”.
- Temos muitas oportunidades para evangelizar;
- Não se intimide diante das críticas e perseguições; Evangelize e seja testemunha de Cristo.
INTRODUÇÃO
• A palavra PERSEGUIÇÃO nos dá a ideia de algo que nos segue opressivamente, correndo atrás de nós, com alguma severa ou sistemática opressão, isto é, diz-nos sobre o caçador que segue após sua vítima, com a intenção de prejudicá-la ou matá-la. Geralmente, é uma tentativa constante e, por muitas vezes, sistemática, para eliminar ou prejudicar o indivíduo perseguido.
• A perseguição pode ser: mental, social e, quando os costumes sociais assim o permitem, podem ser empregados ou não meios violentos.
Após a morte de Estêvão, a Igreja de Cristo sofre forte perseguição, mas, o que parecia está vencido, aos poucos começa a surgir em outras cidades e regiões mais afastadas de Israel, ou seja, o avanço da Igreja de Cristo sobre a Terra.
Um desses perseguidores se converte ao evangelho de Cristo, torna-se perseguido, e em virtude dessa perseguição, leva o evangelho de Cristo às nações gentílicas.
Mas, a morte de Estêvão e de outros após ele não foi em vão, eles foram a “semente” e nós os “frutos”.
Se hoje estamos falando sobre isso – é porque alguém orou, alguém visitou, alguém pregou, alguém jejuou, alguém chorou, alguém clamou, alguém deixou a sua família e sua terra, alguém deu a sua vida por amor a esta grande obra a fim de nos alcançar.
Se a Igreja sofreu fortes perseguições físicas no passado; Hoje as sofre com as afrontas da promiscuidade, da imoralidade, tentando adentrar as portas da Igreja, com aprovação de leis diante das quais a Igreja de Cristo é menosprezada e insignificante.
Ainda falando da atualidade, nos chama a atenção é que os padrões morais, a conduta, a santidade, a educação, em fim os princípios da Igreja de Cristo vem sendo fortemente perseguidos através de implantações de falsas culturas, falsos ensinamentos nas escolas seculares, e principalmente na mídia.
Observe que não há perseguição com violência física; há perseguição contra os princípios cristãos da Igreja.
Devemos continuar anunciando o Evangelho do Reino até que Ele venha.
I. OS EFEITOS DA MORTE DE ESTÊVÃO
Toda CAUSA gera um EFEITO, veremos agora os efeitos produzidos após a morte de Estêvão. São eles:
1) Jornada Evangelística de Filipe aos Samaritanos (8.4-40); 2) A conversão de Paulo (9.1-30); 3) A viagem missionária de Pedro (9.32-11.8); 4) A fundação da Igreja em Antioquia da Síria (11.19).5) A Expansão da Igreja.
Entre os efeitos acima será enfatizaremos a vida de Paulo.
De fato, Deus levantou muitos ministros de honra sobre as “cinzas” dos mártires da Igreja Primitiva. Para os seus assassinos seria menos um para pregar o Evangelho; no entanto, estavam enganados.
Sem dúvida houve um milagre oculto na morte de Estêvão, foi o milagre da Vida Eterna a muitos que o ouviram, e esse tipo de milagre ainda continua acontecendo, pois a Igreja de Cristo continua crescendo.
II – CARACTERÍSTICAS DE UM SERVO PERSEGUIDO:
• Atos 7:54-60 – Essas características aprendemos através do exemplo de Estêvão:
• (1) - UM SERVO CHEIO DA PALAVRA DE DEUS – Estêvão era um profundo conhecedor das Escrituras, da história do povo de Israel, como também dos grandes feitos de Deus na vida do povo escolhido do Senhor. Isso lhe trouxe não somente autoridade, mas fúria, perseguição e morte.
• (2) – UM SERVO CHEIO DO PODER DO ESPÍRITO SANTO – At 7:55 - Diante das perseguições, a Trindade Santa sustenta o crente fiel. É nesse momento que o nosso Consolador auxilia, enche-nos com Sua paz, fazendo com que a glória de Deus se manifeste sobre as nossas vidas, trazendo-nos firmeza no testemunhar.
• (3) – UM SERVO CHEIO DE ESPERANÇA – At 7:56 – No momento mais crucial da sua vida, Estêvão colocou suas esperanças no seu Deus. É nesse momento que ele vê os céus abertos e o Filho do Homem em pé à destra de Deus. Com esperança conseguimos ver os céus abertos!
• (4) – UM SERVO CHEIO DE AMOR – At 7:60 – Estêvão demonstrou muito amor aos seus opositores, ou seja, às testemunhas que o levaram ao Sinédrio, e que agora deveriam apedrejá-lo até a morte - I Cor 13:13.
III. COMO ENFRENTAR A PERSEGUIÇÃO
1. Evangelizando e fazendo missões. Que deve o servo do Senhor fazer diante de um quadro de perseguição? Agir como agiram os irmãos da igreja primitiva e dos outros períodos da história da igreja. Temos de combater o bom combate (2Tm 4:7). Apesar de toda a oposição, continuar a proclamar e a viver o que diz a Palavra de Deus, não titubear nem vacilar, mas seguir em frente dizendo que Jesus salva, cura, batiza com o Espírito Santo e leva para o Céu.
Os “Atos dos Apóstolos” mostram que nenhuma perseguição impediu que o evangelho fosse difundido com intrepidez pela Igreja Primitiva. A despeito da perseguição, em menos de meio século a igreja, sem recursos, sem meios modernos de comunicação e transporte, sem literatura alcançou o mundo inteiro, penetrou como fermento em todo o império romano. Cada crente era uma testemunha.
2. Apresentando uma apologia de nossa fé. Se, por causa da manutenção da fé em Deus e na Sua Palavra, viermos a ser discriminados, ridicularizados, o servo do Senhor deve exultar e se alegrar, porque é grande o galardão nos céus (Mt 5:12), regozijar-se de ter sido julgado digno de padecer afronta pelo nome de Jesus (At 5:41).
3. Conservando nossa identidade como povo de Deus. Alguém disse que o “Amor é o cartão de identidade do cristão”. Na verdade, o amor é a característica de destaque de alguém que se diz Cristão, é a sua identidade principal, ou o seu distintivo. Alguém que não ama a Deus, que não ama a si próprio, que não ama ao seu próximo não pode se identificar como sendo Cristão. Jesus deixou-nos muito claro ao dizer que seus discípulos seriam reconhecidos pelo amor(João15:12; 1João 2:10,11; 3:10,11).
Nos dias atuais, cada vez mais se alastra o egoísmo - está em alta a máxima popular: “cada um por si e Deus por todos“. Como alertou o apóstolo Paulo na sua última carta, os homens são “amantes de si mesmos” (2Tm 3:2), e até mesmo os atos que fazem sob aparência de piedade são manifestações de seu egoísmo e de um individualismo.
CONCLUSÃO
O autêntico cristão é cônscio de que a perseguição faz parte da caminhada, já que Cristo nos advertiu nesse sentido (Mt 5:11,12; Lc 11:48,51; 21:12; Mc 4:17; João 15:20). Não devemos temê-las, cientes de que as venceremos pela fé em Cristo (1João 5.4). A Igreja sempre prevalecerá. Jesus, o autor da Igreja, foi enfático ao afirmar que “as portas do inferno não prevalecerão sobre a Igreja”(Mt 16:18). Que Deus abençoe o seu povo!
• Disse Tertuliano, grande defensor da fé cristã, do 2º século:
• - “O SANGUE DOS MÁRTIRES É A SEMENTE DA IGREJA”.
• Talvez não conheçamos a verdadeira História do Cristianismo ou ela ainda não foi contada sob a ótica dos mártires.
• Precisamos ter consciência de que somos herdeiros de uma história de homens e mulheres que deram suas vidas para que o Evangelho pudesse chegar até nós. Precisamos aprender a honrar essa História. Meditemos:
• (A) - ESTÊVÃO - foi apedrejado;
• (B) – PEDRO - morreu crucificado de cabeça para baixo, por dizer não merecer morrer como seu Mestre;
• (C) – TIAGO (filho de Zebedeu e irmão de João, o discípulo amado) - foi decapitado por Herodes Agripa, cerca de dez anos após a morte de Jesus;
• (D) – ANDRÉ - foi crucificado numa cruz transversalmente, daí o termo “Cruz de Santo André”, porque sua cruz era em forma de um “X”;
• (E) – FILIPE - sofreu martírio em Hierápolis: Foi açoitado, trancado em uma prisão e posteriormente crucificado em 54 d.C.;
• (F) – BARTOLOMEU - serviu como missionário na Armênia e em vários países. Traduziu o Evangelho de Mateus para a língua da Índia e o propagou naquele país. Na Armênia foi golpeado até a morte.
• (G) – TIAGO (filho de Alfeu e um dos doze apóstolos) - pregou na Palestina e no Egito e aos 94 anos foi surrado e apedrejado pelos judeus; finalmente teve seu cérebro despedaçado;
• (H) – PAULO - pregou diligentemente o Evangelho a muitas nações, chegou a ponto de evangelizar um continente inteiro. Foi muito perseguido, até ser pego por Nero e decapitado em Roma;
• (I) – JOÃO, o discípulo amado - foi colocado dentro de uma caldeira de óleo quente e não morreu! Ele escapou por milagre. Depois de obter liberdade morreu por causas naturais. João foi o único discípulo a escapar de uma morte violenta.
Observemos:
- Apesar das perseguições por parte das autoridades; os primeiros cristãos continuavam a evangelizar;
- Não tinham a vida terrena como bem maior;
- O testemunho pessoal deles, era compatível com o Evangelho de Cristo;
- Fomos chamados para ser testemunha. Testemunha aqui tem um sentido mais forte, ou seja, é a testemunha que morre por amor a Cristo. “como foi o caso de Estêvão e outros mártires”.
- Temos muitas oportunidades para evangelizar;
- Não se intimide diante das críticas e perseguições; Evangelize e seja testemunha de Cristo.
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